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Revivendo a Suástica

A Cruz Suástica está associada pela maior parte da sociedade, ao tempo do Nacional Socialismo na Alemanha. É vista como um símbolo Nazi. Mas assim como o Hitler conseguiu tirar o encanto do bigode ao Charlie Chaplin, também estragou a imagem desta representação ancestral.

Comecemos pelo nome: su- prefixo vindo do grego, significa bom, ou bem; -asti vem do verbo ser; -ca significa pequeno. Essas “pequenas coisas que sabem bem” tiveram direito a um símbolo, que vos mostramos aqui.

São muitas as civilizações que o utilizaram, já desde o ano de 4000 a.C.. Não me vou alongar muito com a história da swastik, até porque é imprecisa. Mas sei que aqui, pela Índia, a encontramos por todo o lado, devido ao seu forte impacto no Hinduísmo: seja em casas, casamentos, carros, templos, altares ou em outras situações de teor decorativo. Para estas gentes representa os raios sol – sem estes não havia vida. Também é vista como um símbolo de estabilidade.

No Nepal, a cruz, além de presente no Hinduísmo, está frequentemente marcada em objectos de alusão Budista, com um sentido de harmonia, felicidade e multiplicidade.

Os significados são muitos. Tantos como as religiões e civilizações que os adoptam. E bastou-me fazer uma pesquisa superficial para o verificar. Também representa coisas más, não o nego. Longe de mim tentar tirar um símbolo a quem o simbolizou. Mas uma coisa é certa: não devemos parar de olhar para o bom, só porque o mau decidiu aparecer na história. 


Por isso, é importante ouvir, colectar informação, absorver, reflectir e só no fim se deve criticar. Se nos apetecer…

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