4210663646.8dd5717.de874b916a494287b38e584ca2eda12c

Há Jazz em Bangkok

Bangkok tem fama pelo seu turismo sexual e nocturno. E, na verdade, não é só fama. Que o mostre o Red Light District, ou como os tailandeses lhe chamam Patapong. As casas de “strip” não faltam, assim como os “pussy’s shows” ou espectáculo das “Ladyboys”. Discotecas e bares é ao virar de cada esquina, prontos para satisfazer a histeria e a sede de milhares de jovens de todo o mundo.

No entanto, seria injusto julgar (bem ou mal) esta cidade só por este frenesim. Bangkok não é só isto e confesso que me senti impressionado com algumas actividades com que nos deparámos. Sem querer, ao sair do metro, tropeçámos numa exposição de Sebastião Salgado, o fotógrafo brasileiro com uma excelente carreira a nível profissional e artístico, mas também humana. Foi no Centro de Artes de Bangkok e foi totalmente gratuita. Mas há mais.

Estivemos também num clube de Jazz, depois de percebermos que esta vertente musical é altamente explorada pela capital da Tailândia. Após uma pesquisa superficial, vimos que há pelo menos dez clubes de Jazz com música ao vivo todos os dias. Quisemos experimentar uma destas casas. Fomos ao Saxophone Pub na passada terça-feira e gostámos muito. Vimos que estava cheio e, para nosso espanto, praticamente só se encontravam tailandeses. Pensávamos que iríamos encontrar mais um ponto turístico, mas não. Os estrangeiros estão todos no Red Light District.

Nesta altura já estamos a ir para o Norte da Tailândia. Bangkok é uma cidade cara e não podíamos ficar por lá muito mais tempo. Mas ficou o bichinho. Surpreendeu-nos pela positiva e ficámos curiosos com o que poderíamos vir a descobrir se tivéssemos ficado mais tempo.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *