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Viagens 100 Nomes - Slogan

O projecto

Dizem que a vida são dois dias, mas nós queremos torná-la maior. Queremos torná-la tão grande, como o mundo em que vivemos. Queremos que a nossa vida seja ainda maior do que a curiosidade que temos pelos outros. Os sonhos podem tornar-se realidade. Foi esta a determinação que sempre nos definiu como praticantes desta actividade que é a vida. Vida esta que não passa disto: uma pequena partícula de pó no meio de uma enorme nuvem de poeira de tantas outras. Somos apenas pontos, mas não isolados. As ligações são possíveis e funcionam de uma forma bastante simbiótica. E, sim!, -clichês à parte- nós aprendemos uns com os outros. Por isso, nós queremos conhecer o mundo.

Viagens 100 Nomes

Viagens 100 nomes  surge com o intuito de quem acredita que viajar é sinónimo de conhecimento. O nome diz tudo: ver muito, mas sem um destino óbvio. Foi assim, que em 2017 a vontade e paixão pelo inesperado fez-nos sair de Portugal para uma viagem sem bilhete de volta. O Nepal foi o primeiro país a vivenciar as nossas experiências. Descemos para a Índia e seguiu-se a Tailândia, o Laos, o Vietname, o Cambodja e a Malásia.

Ao longo desta viagem quisemos estar o mais perto possível das culturas que preencheram os países por onde passámos. Para isso foram utilizadas plataformas como o Workaway, Couchsurfing e outras similares. Aqui podemos contactar alguém que nos esteja disposto a hospedar em troca de algum tipo de serviço, que pode ir desde trabalho agrícola, de escritório, cozinha, contribuição artística ou até mesmo companhia. O host pode ser uma empresa, uma associação ou uma família, contribuindo para que nós, como participantes, estejamos envolvidos com a comunidade. Porque a herança cultural que queremos  absorver está aqui com estas gentes. Não está nos hotéis. Por isso, não nos consideramos turistas; queremos ser viajantes.

6 meses de viagem estavam completos.

Voltamos e pensamos. Descobrimos que gostamos muito de voltar à casa-mãe, à base que nos suporta. Rabiscamos cadernos repletos de conclusões que se encontram, neste momento, a encaminhar-se para um livro. E, por agora, as viagens tem sido de distâncias curtas. Mas, basta-nos juntar os olhares para saber que a viagem continua, que a viagem dentro de nós já iniciou a sua corrida e, que por isso, estaremos sempre a partir.

Conteúdos

Decidimos que não queríamos guardar tudo para nós e concordamos quando dizemos que há estórias que não devem ficar em segredo… Resolvemos aplicar os nossos conhecimentos académicos e todo o talento criativo. A fotografia não falta, sendo que as imagens são sempre acompanhadas com descrições envolventes. As fotografias não são relatos; são pequenos e determinados momentos em que queremos dar o nosso ponto de vista.

De uma forma mais geral, aparecem os vídeos. Um vídeo por cada local por onde passamos e aqui, sim, já se pede mais por relato, apesar de ser só imagem e música. Queremos que o público seja os nossos olhos.

No mesmo formato, mas inclinado para o documentário, vão estar as curtas que queremos fazer sobre os sítios onde somos hospedados. A veia jornalística vai estar mais presente neste campo.

Aquilo que é um profundo relato de viagem e das nossas experiências é a pequena rubrica de 15 minutos que tivemos, durante a viagem pela Ásia, numa rádio local, chamada Rádio Clube de Grândola. De uma forma descontraída contamos tudo o que se passou à nossa volta nessa semana.