4210663646.8dd5717.de874b916a494287b38e584ca2eda12c

O projecto

Dizem que a vida são dois dias, mas nós queremos torná-la maior. Queremos torná-la tão grande, como o mundo em que vivemos. Queremos que a nossa vida seja ainda maior do que a curiosidade que temos pelos outros. Os sonhos podem tornar-se realidade. Foi esta a determinação que sempre nos definiu como praticantes desta actividade que é a vida. Vida esta que não passa disto: uma pequena partícula de pó no meio de uma enorme nuvem de poeira de tantas outras. Somos apenas pontos, mas não isolados. As ligações são possíveis e funcionam de uma forma bastante simbiótica. E, sim!, -clichês à parte- nós aprendemos uns com os outros. Por isso, nós queremos conhecer o mundo.

Viagens 100 nomes é um projecto composto por um casal que acredita que viajar é um sinónimo de conhecimento. O nome diz tudo: ver muito, mas sem um destino óbvio. Estamos neste momento na Ásia, sem bilhete de volta. Começámos em Janeiro de 2017 no Nepal, descemos para a Índia e viemos para o Sudeste Asiático. Ao longo desta viagem queremos estar o mais perto possível das culturas que preenchem os países por onde passámos. Para isso temos utilizado plataformas como o Workaway, Couchsurfing e outras similares. Aqui podemos contactar alguém que nos esteja disposto a hospedar em troca de algum tipo de serviço, que pode ir desde trabalho agrícola, de escritório, cozinha, contribuição artística ou até mesmo companhia.

O host pode ser uma empresa, uma associação ou uma família, contribuindo para que nós, como participantes, estejamos envolvidos com a comunidade. Porque a herança cultural que queremos  absorver está aqui com estas gentes. Não está nos hotéis. Por isso, não nos consideramos turistas; queremos ser viajantes.

Conteúdos

Decidimos que não queríamos guardar tudo para nós e concordamos quando dizemos que há estórias que não devem ficar em segredo… Resolvemos aplicar os nossos conhecimentos académicos e todo o talento criativo. A fotografia não falta, sendo que as imagens são sempre acompanhadas com descrições envolventes. As fotografias não são relatos; são pequenos e determinados momentos em que queremos dar o nosso ponto de vista.

De uma forma mais geral, aparecem os vídeos. Estamos a fazer um vídeo de cada cidade por onde passamos e aqui, sim, já se pede mais por relato, apesar de ser só imagem e música. Queremos que o público seja os nossos olhos.

No mesmo formato, mas inclinado para o documentário, vão estar as curtas que queremos fazer sobre os sítios onde somos hospedados. A veia jornalística vai estar mais presente neste campo.

Aquilo que é um profundo relato de viagem e das nossas experiências é a pequena rubrica de 15 minutos que temos numa rádio local, chamada Rádio Clube de Grândola. De uma forma descontraída contamos tudo o que se passou à nossa volta nessa semana.