Malaysia

Podcast RCG 2017-07-06 | Viagens 100 Nomes

 

 

Este é o último podcast desta viagem pela Ásia. Foi com um misto de emoções que o fizemos, com as nossas famílias na mira e com saudades de tantos países que nos abraçaram.

Aqui falamos dos nossos últimos dias da Malásia e de todo o processo de volta, assim como algumas conclusões. São 5 minutos que valem a pena! 🙂

As torres de Petronas

Esta cidade não é para meninos. Grande e imponente, Kuala Lumpur surge como a cidade em que estivemos com as maiores construções. A arquitectura e engenharia unem forças para nos darem exemplares que nós, em Portugal, não estamos habituados.

As torres gémeas de Petronas são o exemplo que vos queremos mostrar. Arranham os céus de Kuala Lumpur com uma beleza muito característica. Imóveis e irredutíveis, estão lá, prontas para nos mostrar do que a nossa mão é capaz.

Entre as cores da China

As Chinatowns são bairros habitados por uma grande maioria populacional chinesa. É raro a grande cidade mundial que não as tem, resultado de um país sobrepopulado e tradicionalmente migrante.

Em todos os países que pisámos, a China tem bastante influência, principalmente na Tailândia, Vietname, Laos e Cambodja. Aqui há standards que são retirados dos chineses, onde se vê o seu polvo económico, cada vez com tentáculos maiores, abraçando tudo o que envolve dinheiro. É a grande potência asiática.

Em Kuala Lumpur, a Chinatown é uma das grandes atracções. À noite, estas ruas enchem-se de vida, preenchidas de mercadores. A contrafacção só não passa aos olhos de quem não quer ver: óculos, malas, relógios e todo o tipo de artigos, mascarados de marcas reconhecidas.

O jantar é a qualquer hora. Os cozinheiros logo descansam, quando os clientes se fartarem das suas iguarias. Até lá, são eles os responsáveis pelos aromas da Chinatown.

É um passeio interessante, em Kuala Lumpur. Anda-se segundo as cores da China, confirmando a influência que o seu vermelho pode ter em cada um de nós.

 

Chegados a Kuala Lumpur

Chegamos ao último país da nossa viagem. A Malásia vai carregar com toda a saudade dos destinos deixados para trás. Mas haverá muito tempo para saudosismo. O agora está aqui, a pedir para ser aproveitado.

Estamos em Kuala Lumpur, uma capital organizada, desenvolvida e civilizada. Por aqui, o Islão domina na área da religião. E nós, oportunos, fizemos a viagem desde a Tailândia no último dia do Ramadão. Isto levou a escassez de autocarros, a desorganização e a um João e uma Ana muito descontentes e irritados.

Depois de autocarros, carrinhas, tempos de espera e muitas histórias para ser lembradas, foi um alívio chegar ao hostel e ver uma cama, pronta para nos curar de todos os males deixados por uma viagem de 24 horas.

Estamos rijos!

MUITO OBRIGADO pelo carinho demonstrado por todos. Fiquei sem palavras quando vi as reacções ao post que a Ana escreveu sobre os dias que estive com dengue.

Importa esclarecer que quando ela o fez eu já estava recuperado. Não quisemos reportar a doença durante a semana que estive em baixo, precisamente para não preocupar os corações daqueles que me querem bem.

De qualquer forma, foram momentos acompanhados por febres quentes e dores corporais indesejadas, mas nunca passou disso. Felizmente, o meu corpo teve uma boa resposta e, neste momento, já me sinto a 100%.

Para vos provar isso, aqui estamos nós, dentro da azáfama de uma das mais carismáticas Chinatowns em que já estivemos. Alguém quer adivinhar qual o novo destino? Dou-vos uma pista: começa Mal e acaba em Ásia.

Estamos rijos! Rijos e cheios de vontade de contar novas histórias. Não se esqueçam de nos acompanhar.